quinta-feira, 14 de maio de 2026

🎙️Entrevista - INSVLA


Por vezes o underground nacional surpreende-me com projetos que recusam ser mais do mesmo, não se rendem a fórmulas fáceis e avançam por um caminho artístico alicercado na honestidade criativa e na emocionalidade humana. 
E é assim que surgem os INSVLA que entre atmosferas densas e instropectivas, intensidade emocional e uma identidade sonora única, lançam o seu primeiro álbum, "AVIR"
E enquanto fã da banda não podia deixar escapar a oportunidade de os entrevistar, no momento que medeia o lançamento do álbum em formato físico e o concerto de apresentação deste trabalho. 
Convido-vos a mergulharem no universo mágico de INSVLA!


Antes de falarmos do que está por vir vamos viajar um pouco ao passado recente dos Insvla. Como se juntaram o Pedro, o Mário e a Sienna? 

Pedro - Começou com um copo num bar de praia em Sesimbra, ironicamente, ainda nem tínhamos definido que o nosso primeiro trabalho teria o oceano como base poética. Na verdade, eu e o Mário crescemos a tocar juntos, ainda na época do secundário, e já tínhamos estado em bandas juntos, mas não tocávamos nem criávamos juntos desde 2012. Depois de ele me desafiar algumas vezes para voltarmos a tentar criar um projeto em conjunto novamente, e me falar da Sienna para a voz, decidi que estava na altura de voltar a experimentar, e aceitei essa reunião com eles perto da praia, estávamos em fins de 2022. Nenhum de nós sabia muito bem nessa noite no que isto ia dar, mas aqui estamos nós três anos depois, como Insvla, e com um álbum em mãos. 

Sienna - O Mário mandou-me uma mensagem a perguntar se eu aceitaria ser vocalista de um projeto novo, na altura descreveu-me como tendo uma veia mais comercial, e eu já estava afastada da música há 5 anos, e tava especialmente reticente com o nicho do Metal devido a desilusões seguidas no passado. Como sempre admirei muito o trabalho do Mário enquanto guitarrista e compositor, e a ideia de algo mais mainstream me agradou, decidi experimentar. Eu não conhecia o Pedro, mas fiquei a conhecer nessa noite em que nos juntámos ao pé da praia, e o resto aconteceu naturalmente. Mais tarde, com a composição que fizemos em conjunto , acabámos por regressar às influências de Metal, porque já faz parte da nossa identidade artística, mas por essa altura já estava tão inspirada que o ressentimento que tinha guardado durante anos desapareceu. E assim estava iniciado o meu percurso com Insvla. 


Apesar de só agora lançarem o álbum de estreia, já se estrearam nos palcos nacionais. Como foram as experiências ao vivo? 

Pedro - O nosso concerto de estreia foi inesquecível para mim, tanto pela sensação de viver estas músicas no palco como pelo carinho de tantas pessoas que lá estiveram para nos ver. Sinto que as pessoas que nos seguem sentem mesmo estas canções no coração, e dão-nos muita força. Foi também um concerto de abertura para os Cellar Darling, que são uma banda maravilhosa, da qual já éramos fãs e ficámos ainda mais depois de os poder conhecer. Tudo nessa noite foi para lá de especial. Depois desse concerto, apenas atuámos no Festival Rock dos Romanos, onde estávamos em grande contraste com bandas muito mais “pesadas” que nós, e que foi muito enriquecedor porque nos pudemos apresentar a um público bastante diferente, e mostrar a banda a novas pessoas que não nos conheciam. Foram experiências muito diferentes, mas ambas especiais por motivos distintos. Agora estamos ansiosos para levar o álbum a mais palcos! 

Sienna - Realmente foram experiências totalmente diferentes! A nossa primeira vez em palco foi muito intensa, especialmente por ser a estreia da banda ao vivo, com as expetativas todas que isso acarreta, e por estarmos a apoiar Cellar Darling, que era uma banda internacional e que já ouvíamos e admirávamos. Foi uma noite muito bonita mesmo. No segundo concerto, apesar de na minha opinião sermos uma banda com mais ambiência noturna, tocámos durante o dia, num cartaz muito diferente de onde seriamos normalmente inseridos. Dessa vez tínhamos mais confiança ao vivo depois do bom feedback do primeiro concerto, e de termos tido mais ensaios para palco, e foi muito bom aparecer num cartaz tão contrastante. Adorámos o festival , fomos muito bem acolhidos pelos organizadores, e apesar do publico não ser o que mais ouve o nosso estilo, também nos sentimos muito bem aceites por eles após a atuação. Ainda temos fotos lindíssimas que nos tiraram nesse dia e vieram entregar em mãos, já impressas. 




Nas vossas composições líricas e instrumentais existe uma forte componente imersiva, atmosférica e emocional. Como foi o processo de composição destes temas? 

Pedro - A composição saiu bastante naturalmente ao início, com um foco posterior na experimentação em banda, e no melhoramento da produção com o nosso produtor Fernando Matias. Em todas essas fases estivemos em modo de composição e construção até chegar ao produto final. Felizmente a nível criativo foi um processo fácil e natural, eu já tinha algumas músicas escritas quando iniciámos o projeto, assim como o Mário tinha ideias em gaveta para explorar. Juntando a voz da Sienna às ideias que já existiam, mais as composições dela nas partes que faltavam para as demos instrumentais, e melhorando aquilo que sentimos que podia ainda crescer, acabou por fluir tudo de forma simples, como peças que se vão encaixando.

Sienna - A nível vocal, o meu processo foi muito prazeroso. Eu identificava-me bastante com a sonoridade das demos, não era difícil sentir a emoção para compor as partes de voz em falta. Depois juntamente com as letras do Pedro que me foram entregues, para mim foi muito fácil colocar a emoção que eu sentia tanto com o instrumental como lendo a poesia. Em várias músicas do álbum estão linhas bocais que eu criava e o Pedro escrevia a letra ao escutar as minhas ideias. Também pude escrever a letra para a “Syren Arya", porque imaginei uma história inteira através do instrumental, que pela sua ambiência já sabíamos ser sobre sereias. Eu tive a ideia para o que a música iria narrar, e o Pedro recomendou que fosse eu a escrever esse poema. Em geral, fiz um pouco de tudo para este álbum, o que me deixa muito realizada, e foi um processo bastante fluido. 


Há um lado conceptual em INSVLA? 

Pedro - Eu diria que sim, mas é um conceito bastante vasto, nada limitador. INSVLA é latim para “ilha”, que neste caso é uma metáfora para o isolamento, para alguém que foge das multidões e procura o isolamento, o silêncio para estar consigo mesmo. Na verdade somos todos ilhas, cada um de nós, cada um diferente e único, com o nosso mundo interior próprio e individual, mesmo quando estamos rodeados de outros. Ao mesmo tempo, este nome evoca a criação de um espaço isolado de todos os outros, onde podemos criar e fazer o que quisermos em silencio e solidão, um local que pode conter aquilo que quisermos. Pessoalmente isso é o que este projeto representa para mim, um local imaginário onde posso estar só com os meus pensamentos e emoções, e colocar ou criar aquilo que eu desejar. Por outro lado, a ideia é passar esse mesmo espaço seguro ao ouvinte, de estar num mundo à parte, isolá-lo da realidade, apelar-lhe à reflexão, e criar um espaço onde tudo pode acontecer, mas em ambiente seguro. Penso que a nossa veia conceptual é esta, e as músicas vão representando vários locais, personagens e histórias que vamos colocando nesta “ilha”. O objetivo é continuar a expandi-la, claro! 



A vertente estética cinematográfica da vossa imagem e videoclips aliada à intensidade musical, transforma canções em narrativas que nos prendem de forma única. O que vos interessa mais enquanto criadores: provocar impacto emocional, criar ambiência ou contar histórias? 


Pedro - Creio que o impacto emocional é o que mais importa para mim, quando penso no ouvinte. Poder tocar a pessoa de alguma forma, para que se sinta menos sozinha ou pense um pouco sobre determinado assunto. Antes de trazermos as músicas para o público, criámo-las em busca desse sentimento de introspeção e para desabafar, dar alguma cura às nossas feridas internas, por isso ao partilhá-las é o que desejo provocar no ouvinte. Se contarmos uma história ou criarmos um ambiente mas o impacto emocional disso não existir, então vai faltar sempre alguma coisa. Mas é inegável que a narrativa e a ambiência são ferramentas muito importantes para despertar emoções, então acho que está tudo muito interligado. 

Sienna - Eu creio que conseguimos as três coisas que mencionas. Quando penso nas ideias que me surgiram para os nossos videos, de facto sinto que tento atingir o impacto emocional, mas através de uma imagem, que por sua vez veio da ambiência criada pela musica. Como a nossa música é bastante visual, eu consigo ter imagens na cabeça rapidamente quando a oiço, e a partir daí começo a conceber os storyboards e imagem da banda no universo da música em questão. É aí que entra novamente a parte de contar uma história, que também foi aquilo que impulsionou a escrita da música de início. É como se fosse um processo em círculo na verdade, são as três bastante importantes para mim. 


INSVLA remete para uma ideia de isolamento, refúgio, introspecção . AVIR, o nome escolhido para o álbum de estreia significa Aquatic Victim-Instead-of-Rescuer syndrome, também conhecido como “Drowning for love” e descreve um cenário trágico onde um salvador se torna em vítima enquanto que a vítima sobrevive na maioria das situações. Normalmente envolve familiares do sexo masculino que mergulham em águas pouco conhecidas para salvar crianças. Depois de escutar o vosso álbum, fiquei com uma dualidade de sentimentos: por um lado este salvador e esta vítima apresentam-se como uma mesma personagem, em que não se trata de morrer um para se salvar o outro, mas de algo profundamente emocional e pessoal: a catarse de emoções, o enfrentar demónios e “matá-los” para que o EU interior se reconstrua e sobreviva. Por outro lado há a intensidade de uma alma que se afunda num sentimento tão intenso que se anula a si própria para que o outro cresça, exista e se fortaleça, remetendo para um cenário de relações abusivas. 
Qual a ligação entre o nome da banda e o nome do álbum? Existe algo de verdadeiro nesta minha dualidade de sentimentos?

Pedro - Existe sem dúvida algo muito verdadeiro na dualidade que mencionas. No que toca a conteúdo lírico ou metafórico não sou de me explicar demasiado porque acho que cada pessoa deve retirar aquilo que sentir que faz sentido, mas comentando essa tua descrição, de facto o síndrome não é linear quando o colocamos neste álbum; existe sim um forte foco nas consequências de tentar “salvar” algo que não está nas nossas capacidades, nem sequer nas nossas mãos, mas ao mesmo tempo há uma forte autoreflexão que é feita ao lidar com essas situações. Quando nos anulamos perante o outro, ou perante um padrão tóxico que seja, e nos deixamos afundar por essas situações, só saímos delas quando há uma grande revolução interna, diria mesmo uma morte de uma versão nossa. O espelho na capa do álbum que se ergue de um mar revolto passa exatamente essa mensagem: para saírmos ilesos das águas turbulentas temos que nos enfrentar a nós próprios, olhar a fundo para o nosso reflexo e nem sempre gostar do que vamos encontrar. Há uma dicotomia entre escolhas : entrámos no mar perigoso, que parte nossa vamos deixar afogar para que nos possamos salvar? 


Sienna -
Sim, concordo que o álbum fala dos dois lados: tanto sobre a nossa vitimização interna como sobre a sobrevalorização do outro em detrimento do nosso próprio bemestar, o que também acaba por dizer muito sobre nós na verdade, e sobre como nos vemos e como falamos connosco mesmos. Não há propriamente uma ligação entre o nome da banda e o do álbum. O “AVIR” é como que a base do tal processo de afogamento que é mencionado constantemente ao longo das músicas, em cenários e situações diferentes. Mas isso acaba por estar sempre relacionado com o nome Insvla , claro, porque é sobre cada um de nós, enquanto ser individual, e estas emoções e sensação de afogamento ou necessidade de salvar algo são tão humanas, tão universais, que acabam por estar presentes em toda a gente, independentemente de, como o Pedro mencionou antes, cada um de nós ser uma “ilha”. 


Fazer um álbum de estreia tão forte, épico e intenso é loucura, risco ou uma forma de estar? 

Pedro - Obrigado por usares essas palavras para descrever o “AVIR”, foi um grande elogio! Vou escolher a opção “forma de estar”, porque durante o processo não pensámos que o álbum iria, ou deveria, ser épico, intenso, ou outra classificação. É o feedback das pessoas que o tem classificado para nós. A nossa preocupação foi ser honestos connosco próprios enquanto artistas, e exigentes enquanto criadores, e o foco foi apenas fazer música que consideramos boa, que nos deixa felizes e cuja criação funciona também como processo terapêutico. Nestes três anos passámos tanto tempo com estas músicas que acabámos por perder um pouco a noção de como as classificar, honestamente. Sabemos apenas os sentimentos que cada uma nos evoca. O “AVIR” saiu como saiu, e agora deixamos que cada ouvinte o classifique da forma que quiser, há muito pouca coisa premeditada em relação a resultados e reações a este álbum. 

Sienna - Também escolho a forma de estar, sem dúvida. No fundo as músicas foram criadas com as nossas emoções , as fases que vivemos, as pessoas que trouxemos tirámos das nossas vidas, e fazer arte para expressar isso ou para tentar curar algo é uma forma de estar. Há alguma loucura também, claro, na experimentação, no facto de termos que nos soltar de amarras e visualizar as coisas face ao sentimento, é sempre algo que transcende a realidade. Há que abraçar esses delírios para não nos preocuparmos com a expectativa dos outros e criarmos livremente. Eu acho que toda a arte precisa de um pouco de loucura, senão dificilmente acontece. 


No próximo dia 16 de Maio vão estrear AVIR ao vivo. O que nos podem revelar sobre o que estão a preparar para esta data tão importante? 

Pedro - A única coisa a revelar é que vamos tocar o álbum na íntegra, e com quem nele participou. Vamos ter o nosso GussWhat no baixo, que gravou as suas linhas maravilhosas no “AVIR”, sempre com o seu cunho próprio; vamos ter a honra de trazer a autora Sandra Carvalho a palco para declamar o poema da “The Drowning”, e claro, o Tiago Oliveira, que gravou a “The Monstress”. De resto, o Caesar Craveiro vai estar na guitarra de apoio e está a fazer um trabalho incrível com as nossas músicas; e o Manu, que sempre nos acompanhou ao vivo, vai ocupar novamente a bateria. De resto, estou muito ansioso para poder ver novamente as pessoas que nos apoiam e poder discutir o álbum com elas após o concerto, acho que vai ser uma noite inesquecível mesmo! 


AVIR é auto-editado e tem edição em formato físico. A auto-edição foi uma opção ou uma consequência da forma como está organizada a indústria musical? E porquê optar pela edição física numa actualidade onde o digital se impõe? 

Pedro - Na verdade nós quisemos começar por um EP, e foi por isso que começámos a lançar singles tanto tempo antes de ter o álbum. Mas, à medida que a composição se foi desenvolvendo, percebemos que estas músicas entram todas no mesmo universo, e que fazia sentido lançá-las em família, e foi aí que a ideia do EP foi riscada e decidimos arriscar um LP completo. Quando essa decisão foi tomada, já haviam singles do álbum cá fora, e as editoras não aceitam fazer contrato com música já lançada, portanto percebemos logo que iriamos lançar o “AVIR” em formato independente. Para ser sincero, e não pensando no que poderá surgir daqui por diante, não estou minimamente arrependido, porque já tendo lançado álbuns através de editoras antes, não estou a notar grande diferença, sem ser que não gastei centenas de euros num contrato e a minha banda pode fazer o que quiser com o seu material. Tem as suas desvantagens, porque temos que ser nós a fazer o trabalho todo de contactar imprensa e conseguir que nos oiçam, e tudo isso ocupa imenso tempo e pode ser muito desanimador, mas mesmo com esse peso na balança, até agora estou a preferir este lançamento independente e livre de amarras. 

Sienna - Fizemos edição fisica porque o CD é um clássico! Nós ainda vimos de uma geração onde existiam cassetes, depois os CDs, depois os DVD, quando não havia ainda a parte digital, e quisemos honrar isso. O CD é uma forma de não deixar morrer a parte simbólica e colecionista que um álbum físico tem. É também mais uma forma de expressar arte, de acrescentar à parte musical, através do booklet e da sua arte, a imagem da banda na fotografia do CD, a poesia das letras no livreto, os agradecimentos a quem colaborou, e no caso do “AVIR”, a dedicatória que deixámos impressa lá dentro escrita manualmente e assinada por nós. Acaba por ser um bem precioso e um marco no mundo físico, não apenas um conjunto de dados computarizados. Acho que não devemos deixar morrer a parte física da música, se o digital um dia desaparecer ficamos sem nada. Há quem esteja agora nestes últimos anos a ressuscitar a sua coleção de vinis, sinto que o físico esta a voltar a ser relevante, e um vinil também será inclusivamente algo em que provavelmente vamos investir, se tivermos vendas e oportunidade para tal. Para nós, sentir este álbum na mão mostra que ele existe, podemos agarrá-lo, folhear, etc, essa sensação não é possível com plataformas digitais e é algo de que espero nunca abdicar. 


Sentem que a cena nacional está aberta a propostas mais atmosféricas e emocionais como a vossa?

Sienna - Sim, temos sentido alguma abertura, nem que seja pela curiosidade. Ainda não temos assim tanta experiência para poder responder a isso com certezas, porque só demos dois concertos ao vivo, e este álbum acaba mesmo agora de sair. Talvez daqui a um ano esta seja uma pergunta à qual vamos saber reponder com mais clareza depois de vivermos esta fase um pouco mais tempo. Por agora temos reparado que as pessoas são pelo menos curiosas acerca do nosso material, e têm sido receptivas. Sabemos bem que bandas atmosféricas e emocionais internacionais conseguem muito bem encher uma sala aqui em Portugal. Agora, uma banda como a nossa a nível nacional, ainda é algo que temos que estudar com a nossa experiencia daqui para a frente. 



Que mensagem querem deixar a quem leu esta entrevista? 

Pedro - Se quem está a ler isto ainda não nos conhece, espero que esta conversa com a Rosa tenha desperto alguma vontade de conhecer. Se já nos conhecem, quero agradecer de coração por todo o apoio que têm dado a INSVLA, e espero que o “AVIR” seja um álbum que inspire de alguma forma, que possa ser uma forma de conforto para quem estiver a identificar-se com alguma parte do seu conteúdo, ou que seja simplesmente uma escuta prazeirosa. Qualquer uma dessas hipóteses já será uma vitória para nós. E obrigado por esta entrevista tão interessante! 

Sienna - Obrigada por nos lerem, se chegaram até aqui foi porque de alguma forma nos querem conhecer, e esperamos que gostem da nossa arte! Para quem já nos conhece e está a ler para saber mais, quero agradecer pela força , pela iniciativa de partilha, pelas palavras de apoio e entusiasmo. Temos ficado muito felizes por sentir que se reveem nas músicas, por cada mensagem que nos deixam.. tudo isto é muito importante para nós e motiva-nos enquanto banda. A música que foi feita foi a nossa forma de expressar as nossas emoções, mas ganha realmente vida própria quando é exposta e percebemos que não estamos sozinhos. Uma banda sem público não é a mesma coisa, de todo. Esperamos que continuem a fazer esta viagem connosco! E um grande beijinho à Rosa, muito obrigada por pela segunda vez nos dares oportunidade de falar sobre INSVLA, e também por seres tão dedicada a explorar e a sentir a nossa arte.




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