[Tradução para português depois do video]
Desde Chile, una de las escenas metálicas más potentes de Sudamérica, emerge Blaxem, una banda que combina la fuerza del groove y el metal moderno con mensajes intensos y actuales.
Su más reciente EP, Ethereal, lanzado por el sello Eclipse Records es un asombroso trabajo con riffs poderosos, voces cargadas de agresividad y emoción, y letras que abordan temas como la salud mental, la crítica social y la lucha personal.
Con la firma de un contrato con Eclipse Records, Blaxem se proyecta hacia escenarios internacionales, llevando su propuesta a nuevos públicos y consolidándose como una de las promesas más fuertes del metal chileno contemporáneo.
En esta entrevista, conversamos con Dann Hidalgo, guitarrista e voz de Blaxem, sobre sus orígenes, influencias, actualidad y planes futuros.
Formada en 2012, lanzaron su álbum debut Who Cares en 2017, y luego parece haber una pausa hasta 2021. Cuéntanos sobre la trayectoria de Blaxem.
Blaxem partió en el colegio, como un proyecto de covers que tocábamos en los eventos de la escuela. Poco a poco se fue tornando profesional y comenzamos a componer música original. Hasta la fecha tenemos 1 álbum, 1 ep y singles.
El nombre Blaxem suena impactante y contundente. ¿Qué significa y cómo representa la esencia de la banda?
El nombre es inventado ya que al comienzo era Blasfemia, pero era muy cliché y poco propio. El nombre Blaxem representa dedicación, honestidad y calidad.
Dann, cómo es ser el cantante y guitarrista de la banda y, al mismo tiempo, el ingeniero de sonido? Producir, grabar, mezclar y masterizar tu propia banda te trae momentos de mayor duda e incertidumbre como músico?
Realmente es algo que he ido trabajando con los años, al comienzo me causaba muchas dudas e inseguridad, esto perjudicaba la sonoridad de la banda. Pero al pasar los años, fuí enfocándome en encontrar la sonoridad moderna que siempre busco. Y así el objetivo es claro, yo me considero ingeniero en sonido más que músico, pero si estudio mucho mi voz y guitarra.
De Who Cares a Ethereal, ¿qué ha evolucionado?
La madurez musical y sonora. La verdad el concepto total ha evolucionado, que es lo que busco con Blaxem. No me gusta quedarme estancado en algo. Estoy ansioso por el nuevo material.
Salud mental, injusticia, crítica social... ¿Qué oscuridad refleja vuestra música?
El último material se basa en la introspección, pensamientos internos, salud mental y crítica social. Parte de la misión de Blaxem es cantar sobre temas relevantes y contemporáneos, Para mi es parte de hacer música, compartir un mensaje honesto y real.
¿Dónde encuentran inspiración para las canciones?
La vida está llena de momentos que me nutren para escribir letras y/o riffs, soy alguien que observa más que habla y esto me hace lograr profundizar en situaciones que observo día a día. El metal es una escapatoria a situaciones que le disgustan.
Es muy cómodo y transparente trabajar con Eclipse Records, ya lanzamos 1 ep junto a ellos y fue una grata experiencia, nos entregaban toda la información necesaria. Todo ha sido claro con Eclipse desde el comienzo.
Images of Tomorrow es una especie de balada, con una voz hermosa y limpia, pero con un toque de "suciedad" que me encanta. ¿Explorarán más este estilo vocal en el futuro?
Definitivamente las baladas son algo fundamental en Blaxem y que seguiremos haciendo, al igual que el estilo vocal. Llevo 9 años cantando por lo que probar y experimentar es parte de mi lenguaje.
Radiant Abyss tiene un aire de ópera metalera, cantada en un registro vocal que recuerda a obras épicas. Es una gran manera de cerrar el EP. ¿Qué intentan transmitir con este tema?
Esta canción habla sobre como la gente se aprovecha de ti si no tienes caracter ni personalidad, como gente cercana a ti puede perjudicarte sin darte cuenta. Lamentablemente es algo que se ve muy seguido y el coro es una manera de amplificar esta sensación de frustración, ira y tristeza.
A lo largo de los cinco temas, logran pasar del metalcore a estructuras de metal progresivo, revelando audacia, rebeldía y lo perniciosas que pueden ser las etiquetas. ¿Es algo que hacen intencionalmente o surge de forma natural, fruto de una amplia variedad de influencias musicales?
Como comentaba anteriormente, Blaxem siempre busca la variedad y se debe principalmente a la constante búsqueda de nuevos sonidos e influencias. Aun estamos en proceso de desarrollar un sonido único, pero por ahora no nos cerramos a nada.
¿Qué podemos esperar de Blaxem en el futuro próximo?
Actualmente estamos reformulando la banda y componiendo el próximo material, será algo mucho más decantado, principalmente el sonido de la banda cambiará. Esto se traduce tanto en estudio como en vivo.
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Do Chile, chega-nos Blaxem, banda que combina a força do groove e do metal moderno com mensagens intensas e actuais.
O mais recente EP, Ethereal, lançado pela Eclipse Records apresenta de forma clara a identidade sonora da banda: riffs poderosos, vocais carregados de agressividade e emoção, além de letras que abordam temas como saúde mental, crítica social e luta pessoal.
Editados pela Eclipse Records, Blaxem projeta-se para os palcos internacionais, levando a sua proposta a novos públicos e consolidando-se como uma das grandes promessas do metal chileno.
Nesta entrevista, o BACKSTAGE 2.0 falou com Dann Hidalgo, vocalista e guitarrista da banda, sobre as suas origens, influências, presente e futuro.
Formados em 2012, lançaram o vosso álbum de estreia, Who Cares, em 2017, e depois parece que houve um hiato até 2021. Fala-nos sobre o percurso dos Blaxem.
Os Blaxem começaram no liceu, como um projeto de covers e tocávamos em eventos da escola. Aos poucos, fomos nos tornando profissionais e começámos a compor música original. Até à data, temos um álbum, um EP e singles.
O nome Blaxem soa marcante e poderoso. O que significa e de que forma representa a essência da banda?
O nome foi inventado porque, no início era Blasfémia, mas era demasiado cliché e nada pessoal. O nome Blaxem representa dedicação, honestidade e qualidade.
Dann, como é ser o vocalista e guitarrista da banda e, ao mesmo tempo, o engenheiro de som? Produzir, gravar, misturar e masterizar a tua própria banda traz momentos de maior dúvida e incerteza enquanto músico?
Na verdade, é algo em que tenho vindo a trabalhar ao longo dos anos. No início, causou-me muitas dúvidas e inseguranças, o que prejudicou o som da banda. Mas, com o passar dos anos, foquei-me em encontrar o som moderno que sempre procurei. E depois, o objetivo é claro: considero-me um engenheiro de som mais do que um músico, mas dedico-me bastante a estudar a minha voz e guitarra.
De Who Cares a Ethereal, o que evoluiu na banda?
Maturidade musical e sonora. Honestamente, todo o conceito evoluiu, que é o que procuro com Blaxem. Não gosto de estar preso a algo. Estou ansioso por material novo.
Saúde mental, injustiça, crítica social... Que tipo de escuridão reflete a vossa música?
O material mais recente baseia-se na introspecção, pensamentos internos, saúde mental e crítica social. Parte da missão dos Blaxem é cantar sobre questões relevantes e contemporâneas. Para mim, faz parte de fazer música, partilhar uma mensagem honesta e real.
Onde encontras inspiração para as vossas músicas?
A vida está repleta de momentos que me nutrem enquanto escrevo letras e/ou riffs. Sou alguém que observa mais do que fala, e isso permite-me mergulhar nas situações que vivencio todos os dias. O metal é um escape de situações que não me agradam.
O contrato com a Eclipse Records despertou a atenção internacional. Como tem sido a experiência e que expectativas gera para a banda?
É muito confortável e transparente trabalhar com a Eclipse Records. Já lançámos um EP com eles e foi uma experiência agradável; deram-nos todas as informações necessárias. Tudo ficou claro com a Eclipse desde o início.
Images of Tomorrow é um tipo de balada, com uma voz bonita e limpa, mas com um toque de "dirt" que eu adoro. Vão explorar mais este estilo vocal no futuro?
As baladas são, definitivamente, um pilar nos Blaxem, e continuaremos a fazê-lo, assim como o estilo vocal. Canto há nove anos, por isso testar e experimentar faz parte da minha linguagem.
Radiant Abyss tem uma sonoridade metal-ópera, cantada num registo vocal que lembra obras épicas. É uma óptima forma de terminar o EP. O que querem transmitir com este tema?
Esta música fala sobre como as pessoas se aproveitam de ti, se não tiveres carácter ou personalidade, como as pessoas próximas te podem prejudicar sem que te apercebas. Infelizmente, isso acontece com demasiada frequência, e o refrão é uma forma de amplificar esse sentimento de frustração, raiva e tristeza.
Ao longo dos cinco temas, conseguem transitar do metalcore para as estruturas do metal progressivo, revelando audácia, rebeldia e o quão perniciosos podem ser os rótulos. É algo que fazem intencionalmente ou surge naturalmente, fruto de uma grande variedade de influências musicais?
Como já referi, os Blaxem procuram sempre variedade, principalmente devido à constante procura de novos sons e influências. Ainda estamos no processo de desenvolver um som próprio, mas, por enquanto, estamos abertos a tudo.
O que podemos esperar dos Blaxem num futuro próximo?
Estamos atualmente a reformular a banda e a compor o próximo álbum. Será muito mais refinado, principalmente porque o som da banda irá mudar. Isto aplica-se tanto no estúdio como ao vivo.


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